Fusca 62 – Chegando às terras do Serigy

Em Julho de 2011 já havia terminado as disciplinas do doutorado. Isso significava, em teoria, que eu passaria mais tempo em Sergipe. Aliado a isso, alguns carros no prédio em que ficava a república em que eu morava  foram abertos e assaltados. Eu temia que pudesse acontecer algo semelhante ou pior com o Vovô.

Sempre pensei no dia em que traria o carro para casa, planejei o traslado para ser feito comigo a bordo, mas não foi bem assim que aconteceu. O cuidado com o desgaste do carro falou mais alto e contratei um serviço de cegonha para tanto.
Foram 44 longas horas de espera entre o momento em que o carro foi pego na garagem do prédio pela transportadora e sua chegada em Aracaju.
Bom, preciso dizer que aquele mesmo sentimento de euforia do dia em que comprei voltou com força total. Neste dia fui dormir tranquilo como um pai que acabou de ver seu filho voltar da balada e desde então o Vovô está seguro embaixo da sua capa.
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