Vida longa ao GTA

Puxa nem parece, mas já fazem 13 anos que joguei pela primeira vez a versão demo de GTA. A primeira surpresa na época foi o que entendi como a tradução do título do game “O grande ladrão de carros”.

E eu que na época do Atari gostava tanto do Keystone Kapers (Polícia e Ladrão), aquele negócio de correr infinitamente atrás de um ladrão para prendê-lo era o máximo. Então, apareceu GTA e confesso que ser o vilão se tornou muito mais interessante. Na época do vestibular GTA foi simplesmente muito oportuno. Explodir filas de carros roubados, cumprir as missões dadas nos telefones públicos, furar barreiras da polícia, atropelar os pedestres, tentar todos os “Insanes”, e, claro, o ápice: GOURANGA!!! Pobres Hare Krishnas.

Apesar da crítica pesada que o jogo recebia por ser extremamente violento, nunca acreditei que aquilo pudesse influenciar as pessoas, afinal era apenas um jogo, e para mim uma excelente válvula de escape para as tensões da adolescência.

Joguei todas as versões (bem menos do que eu gostaria) e a cada nova eu pensava: os caras se superaram! Hoje quase não tenho tempo para jogar GTA (já o Vice City), mas recentemente ele foi novamente requisitado para aliviar as tensões da conclusão do mestrado. Agora, no doutorado, só por precaução to baixando gratuitamente do site da Rockstar Games o GTA 1, quem sabe no futuro eu possa precisar?!

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