’10, década decisiva?!

Entramos em uma nova década, a década 10 pós 2000. Os mais pessimistas creem que, independente do que façamos para reverter o quadro de degradação do planeta, não há mais como salvar a espécie humana da própria destruição. Os otimistas acreditam que ainda há tempo de salvar o planeta e que toda tecnologia deve ser empregada neste propósito. Tanto uns como outros concordam que estamos vivenciando uma época de mudanças, não somente da temperatura global ou de indicadores econômicos e sociais mundo afora, entre tantos eventos planetários, estamos vivendo um momento sem precedentes de preocupação com a vida humana, há quem diga que os vestígios do movimento hippie retomaram a força.

No ano em que se comemora o dulcentésimo aniversário de Charles Darwin, o pai da teoria da evolução humana que no geral diz queos mais fortes sobrevivem, aflora em todos os cantos do planeta manifestações em prol da vida humana. Mas, o que justifica o fiasco que foi a COP15 em Copenhagen no apagar das luzes de 2009? Embora existam muitos palpites, a verdadeira resposta desta pergunta ainda paira no ar, é possivel que seja respondida ainda nesta década.

Observando com um pouco mais de calma é possível perceber uma ligeira tendência para o pensamento dos pessimistas. Está claro e evidente que o interesse principal da grande massa da população mundial é o desenolvimento econômico, seja o pessoal, familiar, da cidade, do estado, da região ou do país. E, o pior de tudo é que este interesse está baseado num modelo danoso ao meio ambiente e consequentemente a vida humana. O termo desenvolvimento sustentável que fulgura em muitos projetos e documentos oficiais é somente um item obrigatório, na prática é semelhante ao socialismo, existe para poucos.

Entretanto, embora o cenário figure uma perpectiva pessimista, é preciso lançar mão de toda racionalidade que os muitos anos de evolução da espécie proporcionou, para solucionar ou ao menos equalizar esta grande celeuma. Há ainda quem diga que haverá sim solução, mas que estará disponível somente para aqueles que detiverem recursos, pois o custo da sobrevivência será tão alto que poucos serão os que poderão pagar por ele. Se isto for verdade, Darwin mais uma vez estará certo: a grande fatia dos 7 bilhões está, nada mais, nada menos, que lutando pela sobrevivência.

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